Conforme consta em diversos registros, às 12 horas do dia 8 de janeiro de 1935, nascia em Tupelo (Mississippi), Estados Unidos, Elvis Aron Presley. Aquele rapaz que seria conhecido anos depois, e até hoje, como o “Rei do Rock’n’Roll”.

O filho do casal Vernon Elvis Pressley e Gladys Love Smith Pressley começou na música depois de estar cansado da pobreza na qual sua família estava entregue. O pontapé inicial para sua carreira foi dado, em 1953, quando ele compareceu pela primeira vez a uma gravadora, mais precisamente no estúdio Memphis Recording para realizar suas primeiras gravações.
Os hits ‘My Happiness’ e ‘That’s When Your Heartaches Begin’ fazem parte desse compacto, que foi dado de presente de aniversário para sua mãe. Mais solto e menos inibido, o futuro rei impressionava não só pela bela voz, mas também pelo tanto que pulava e batia nas cordas do seu violão, conquistando assim a simpatia dos músicos negros (os quais Elvis sempre se inspirou para dançar e cantar), e fechando um contrato com a Sun Records.

A fama não demorou a vir. Em 1956, milhões de jovens em todo o mundo já estavam apaixonados e totalmente entregues à sua energia, transformando Presley — agora assinado com um “s” só — no símbolo de uma rebeldia que até então, os jovens não podiam manifestar. São dessa época os sucessos ‘Blue Suedes Shoes’, ‘Hound Dog’ e muitos outros eternizados pelos fãs até hoje.

O êxito se repete nas telas, onde Elvis inicia uma bem-sucedida carreira cinematográfica, a partir de Love Me Tender (1956). Com sua dança provocante e sensual, o primeiro astro do rock’n’roll se transforma no maior ídolo do planeta.
O período áureo de Elvis chega ao fim em 58, quando é convocado para o serviço militar. Na volta, deixa o palco por oito anos – período preenchido com filmes e trilhas.

Por volta de 1960, começa, digamos assim a segunda fase musical do cantor. De volta aos palcos depois do silêncio de quase uma década, o astro aparece com uma big band e dois corais – tudo aparentemente para disfarçar o medo do seu retorno. E ele foi triunfal, como sempre!
No entanto, na década de 70, Elvis torna-se cada vez mais recluso, na medida em que aumenta sua dependência das drogas. Sua história chega ao fim em 16 de agosto de 1977, às 15h30, quando foi declarado morto vítima de um ataque cardíaco. Os exames revelaram a ingestão de oito ou mais remédios (como morfina, valium e valmid) responsáveis pelo seu falecimento. Com mais de 60 discos no catálogo, o mito permanece até hoje.
Numa frase simples, Elvis definiu sua dança (marca registrada dele e maior lembrança sua para nós) da seguinte maneira: “minha voz, sozinha, é uma voz comum. Se eu ficar parado enquanto canto, serei um homem morto”.

Website: www.elvis.com